Lagarta mastiga folhas, digere certa fé e escorrega até a terra. Perambula desejos em caça por um berço onde grudará o seu único pedido, lapso espaço de oração para sagrada metamorfose. Somatiza a fé, partilha a esperança, e compartilha, em longo e sereno sono, o sonho de sua espera.
Encubada na paz seiva verde condensa arco-íris. Em silêncio borboleteia universo de folhas liquidificadas. Fotosíntese vertente celeste consagra a lagarta, nasce mansa cor. Borboleta é voo de promessas, brincadeira de jardim, alegria do vento e das meninas de meus olhos.
Vanda Ferreira
*VANDA FERREIRA escritora brasileira
Sou um poço de alegria sem fim. Minando esperança verdinha, verdinha. E feito fonte luminosa, jorro, alheia aos olhares, exibindo eixo de harmonia entre o feio e o bonito, o luxo e o lixo, o palavrão e a palavrinha.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
LAGARTA
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domingo, 15 de janeiro de 2012
VERÃO
VERÃO
Vanda Ferreira
Em céu iluminado, escancaradamente abre-se o olho planetário. Meus olhos, teus olhos, nossos olhos verão fulgorosos tons escandalosamente amarelos, doces moldados em polpas de frutas, fartura frugal em mesas de cores transbordadas de cruas gamelas.
Verão mulheres vestidas de flores, permanentes sorrisos nas praças. Ciranda de passarinhos, crianças, bolas, cachorros. Verão espetáculo do ensaio da terra seca e molhada, explosão madura no palco comunitário, socialmente correto.
Verão sinônimo de alegria, versão de liberdade. Igualdade é promovida da riqueza da simplicidade. Floração do bem, todos verão. Inevitável ver alegria no Verão.
Vanda Ferreira
Em céu iluminado, escancaradamente abre-se o olho planetário. Meus olhos, teus olhos, nossos olhos verão fulgorosos tons escandalosamente amarelos, doces moldados em polpas de frutas, fartura frugal em mesas de cores transbordadas de cruas gamelas.
Verão mulheres vestidas de flores, permanentes sorrisos nas praças. Ciranda de passarinhos, crianças, bolas, cachorros. Verão espetáculo do ensaio da terra seca e molhada, explosão madura no palco comunitário, socialmente correto.
Verão sinônimo de alegria, versão de liberdade. Igualdade é promovida da riqueza da simplicidade. Floração do bem, todos verão. Inevitável ver alegria no Verão.
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sábado, 3 de dezembro de 2011
Direito é redondo
Direito humano não é quadrado
A maior falha do Direito é promover a igualdade. Fere a essência de ser.
Não sou igual a todos, confesso! Adoto linguagens além das verbais, metáforas, expressões corporais. Liberdade auditiva contempla mar aberto. Opções dão os poderosos pés para ir, vir, ilhar.
Há diferenças (leves e gritantes) em significante e escancarada escala.
O topo da igualdade é a verdade ecológica.Tenho direito à liberdade redonda para viver em paz. Humanamente correto, justo e direito. Isto é legal.
Vanda Ferreira
A maior falha do Direito é promover a igualdade. Fere a essência de ser.
Não sou igual a todos, confesso! Adoto linguagens além das verbais, metáforas, expressões corporais. Liberdade auditiva contempla mar aberto. Opções dão os poderosos pés para ir, vir, ilhar.
Há diferenças (leves e gritantes) em significante e escancarada escala.
O topo da igualdade é a verdade ecológica.Tenho direito à liberdade redonda para viver em paz. Humanamente correto, justo e direito. Isto é legal.
Vanda Ferreira
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Vanda Ferreira será empossada Membro de Honra da Academia de Letras, Artes e
À honra conferida por esta posse, reverencio a mãe-natureza, geratriz de toda e qualquer espécie de vida e inspiradora da paz.
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Quarta-feira, Setembro 21, 2011
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Vanda Ferreira receberá homenagem em São Paulo
Confesso que fiquei surpresa pela indicação de Regina Zamora para minha pessoa receber grandiosa honra.
O convite à homenagem em vida me incentivou a repensar sobre o comprometimento com a arte literária, incluindo maior responsabilidade e respeito pelo público, em especial o leitor.
Esta homenagem é um marco em minha história e a compartilho com todos que, de forma importante, somaram meus passos cooperando significativamente para que meu trabalho ultrapassasse as fronteiras domésticas e regionais de maneira serena para encontrar leitores e mestres, amigas e amigos, e espaços culturais pelo Brasil a fora.
O evento será realizado no dia 24 de setembro de 2011, no Miquelina Bar e Arte, rua Francisca Miquelina, 306, bairro Bela Vista, São Paulo-SP.
O convite à homenagem em vida me incentivou a repensar sobre o comprometimento com a arte literária, incluindo maior responsabilidade e respeito pelo público, em especial o leitor.
Esta homenagem é um marco em minha história e a compartilho com todos que, de forma importante, somaram meus passos cooperando significativamente para que meu trabalho ultrapassasse as fronteiras domésticas e regionais de maneira serena para encontrar leitores e mestres, amigas e amigos, e espaços culturais pelo Brasil a fora.
O evento será realizado no dia 24 de setembro de 2011, no Miquelina Bar e Arte, rua Francisca Miquelina, 306, bairro Bela Vista, São Paulo-SP.
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
CARANDÁ
CARANDÁ
Lapidada árvore
bebe da fonte do mar xaraés
lânguida artéria dimensiona destino,
borbulha história.
Carandá hasteia bandeira ecológica.
Abertos leques declamam poesia ao vento,
históricas entrelinhas de passagens carnais.
Divinos seres são unicórnios,
asas feitas de seiva,
gotas de veios,
olhos centrados,
evolutividade mental.
Verdes que dançam na chuva
focados em celestialidade.
Vanda Ferreira
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Segunda-feira, Setembro 12, 2011
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Céu, sol, lua e nuvens de mim.
Céu, sol , lua e nuvens de mim.
Céu canta, repercurte vida, sonhos desejosos de esperançar. O céu planta estrelas para abrilhantar canções noturnas e tingir de fé o horizonte de adormecidos pensamentos.
Céu engole sol, mastiga e digere o ontem, processa experiência e regurgita realidade; banha o passado, renova roupagem e devolve o sol enriquecido para compartilhar da robustez com os passarinhos, pedras, plantas e peixes.
Ontem o céu engoliu a lua cheia de mistérios brancos, mastigou e digeriu medos para ensaiar luares em ciclos de louvores e nuvens de mim.
Vanda Ferreira
Céu canta, repercurte vida, sonhos desejosos de esperançar. O céu planta estrelas para abrilhantar canções noturnas e tingir de fé o horizonte de adormecidos pensamentos.
Céu engole sol, mastiga e digere o ontem, processa experiência e regurgita realidade; banha o passado, renova roupagem e devolve o sol enriquecido para compartilhar da robustez com os passarinhos, pedras, plantas e peixes.
Ontem o céu engoliu a lua cheia de mistérios brancos, mastigou e digeriu medos para ensaiar luares em ciclos de louvores e nuvens de mim.
Vanda Ferreira
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Extraordinária partitura
Muito bem-vindo(a) a esta leitura. O poema "Extraordinária partitura" é proposta para exercitar a audição visual e leitura com o coração. Experimente, observe, ouça as mensagens da natureza.
Assista a chuva como se fosse uma produção dessas que vc paga para assistir; sente-se e olhe, e ouça, e sinta.
Assista a chuva como se fosse uma produção dessas que vc paga para assistir; sente-se e olhe, e ouça, e sinta.
Extraordinária partitura
Sol beija água,
natureza evidencia poderes,
equilíbrio da luz.
Sagrado encontro explode hino,
divina celebração em tons sentimentais
Concerto visual,
bandeira multicor,
suave plantação celeste,
extraordinária partitura em sete faixas
estampa mensagem de amor.
Quando o sol beija água
cupido entoa cores,
arco-íris salta do tacho de ouro,
Mãe-terra enraiza coração
nas meninas de meus olhos.
Vanda Ferreira
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Plantação de dúvidas - roda de prosa
PLANTAÇÃO DE DÚVIDAS
Vestígios rarefeitos por nuvens de poeira, maquiam dores e disfarçam sorrisos na brancura de meu olhar, que testemunha apagão em contínuo desenvolvimento, em processo que obscurece meus padrões musicais, gastronômicos, nativistas.
Rondam os vendavais. Disfarçados de brisa desalinham a paz, plantam dúvidas em minha terra de mato, céu azul e tuiuius.
Tudo reforça a sensação de que sou um exemplar da espécie de indío, quase extinta. Então, paro na explícititude da curva do córrego para beber segredos e lavar maldades.
Vanda Ferreira
Vestígios rarefeitos por nuvens de poeira, maquiam dores e disfarçam sorrisos na brancura de meu olhar, que testemunha apagão em contínuo desenvolvimento, em processo que obscurece meus padrões musicais, gastronômicos, nativistas.
Rondam os vendavais. Disfarçados de brisa desalinham a paz, plantam dúvidas em minha terra de mato, céu azul e tuiuius.
Tudo reforça a sensação de que sou um exemplar da espécie de indío, quase extinta. Então, paro na explícititude da curva do córrego para beber segredos e lavar maldades.
Vanda Ferreira
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sábado, 13 de agosto de 2011
Poema carnal
Planta do pé na estrada;
Mapa do destino na palma da mão;
Mangas morcego para lúdicos vôos.
Gola boba não afrouxa arrochado nó na garganta.
Devassa o labirinto da concha de carne,
Zumbem lembranças,
Congela o túnel do carpo.
Extremos pensamentos assoreados.
Vanda Ferreira
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terça-feira, 9 de agosto de 2011
PRÊMIO BETINHO - VOTE EM VANDA FERREIRA
Queridos amigos,
Com observância em minha atuação em atividades culturais, sócio-ambientais, meu nome foi indicado para o PRÊMIO BETINHO 2011, tendo sido selecionado.
Entendo que todo meu trabalho se processa em parceria, e certamente nada teria realizado com sucesso, caso não tivesse a participação e confiança dos artistas, amigos e sociedade em geral.
Sinto que o PRÊMIO BETINHO além de oferecer honra fortalecerá nossos projetos para prosseguirmos firmes trabalhando pela continuidade de vida.
Diante do exposto convido para estar comigo nessa empreitada ofertando voto ao meu nome na 3ª e última fase do processo onde concorrerei com os demais selecionados.
Gostaria de contar, ainda, com vossa generosidade para pedir votos aos vossos amigos e amigos de vossos amigos.
Vote assim, acesse o site www.coepbrasil.org.br/premiobetinho
votação no site da COEP.
Muito obrigada!
Com observância em minha atuação em atividades culturais, sócio-ambientais, meu nome foi indicado para o PRÊMIO BETINHO 2011, tendo sido selecionado.
Entendo que todo meu trabalho se processa em parceria, e certamente nada teria realizado com sucesso, caso não tivesse a participação e confiança dos artistas, amigos e sociedade em geral.
Sinto que o PRÊMIO BETINHO além de oferecer honra fortalecerá nossos projetos para prosseguirmos firmes trabalhando pela continuidade de vida.
Diante do exposto convido para estar comigo nessa empreitada ofertando voto ao meu nome na 3ª e última fase do processo onde concorrerei com os demais selecionados.
Gostaria de contar, ainda, com vossa generosidade para pedir votos aos vossos amigos e amigos de vossos amigos.
Vote assim, acesse o site www.coepbrasil.org.br/premiobetinho
votação no site da COEP.
Muito obrigada!
Vanda Ferreira
Região Centro-oeste
Campo Grande - MS
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domingo, 7 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Roda de prosa - Linguagem universal
Atitudes dizem. Oram, seduzem. Atitudes semeiam, regam, declaram desejos. Atitude é a mais sincera e verdadeira arte de comunicação. Tem maxima eficiência, clara compreensão e se traduz em qualquer língua sem necessidade de tradutor.
Atitude é um linguajar compreensível e interpretado em todos os idiomas. É um tipo de dicionário global, aberto para todos os povos. Pobres, ricos, cultos, analfabetos, estrangeiros ou não, compreendem o sorriso, leiem a lágrima, entendem a mão estendida, passos apressados e o significado da devastação.
Atitude é a eficaz forma de falar.
Vanda Ferreira
Atitude é um linguajar compreensível e interpretado em todos os idiomas. É um tipo de dicionário global, aberto para todos os povos. Pobres, ricos, cultos, analfabetos, estrangeiros ou não, compreendem o sorriso, leiem a lágrima, entendem a mão estendida, passos apressados e o significado da devastação.
Atitude é a eficaz forma de falar.
Vanda Ferreira
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
O Caminho da paz é campestre - Poema
O caminho da paz é campestre
Vanda Ferreira
Garças brancas revoam silêncio azul.
Enormes dentes jacarezenses tomam vento;
Rimados versos da natureza fervilham na fingidez fluvial;
Árvores entoam úmidas canções,
aves trinam em alegria sustenida para perpetuar
praia-de-bichos,
passeio de murmurinhos,
espetacular balé da mata.
Rastejam poemas,
seivadas serpentes,
encorpadas enxurradas tingidas de por-de-sol
tatuagens na liberdade nua da terra,
mapeaiam dançante capinzal de pés de luxo.
Ecos matutos, ecologicamente corretos,
Protegem segredos.
Seco-mar encharcado de poder.
Roncos de bugios rasgam os perigos noturnos
das aloiradas madrugadas do Pantanal,
esconderijo do útero da terra.
Lambeção milagrosa refaz sucumbida morte,
valente desejo de semente processa desfolhamento
para nutrir embriões fecundados ao som de poéticos uivos Guarás.
Sábia natureza
Redondamente enquadra inverno, primavera, verão e outono,
Aliança nuvens carregadas de mensagens.
Vida beijada por beija-flores,
perfuma versos,
tinge de verde-esperança,
rima coração e canção,
passarinho e ninho;
alegria, cantoria, folia, formação de família.
Celestialidade poesia, seja noite, seja dia.
Luas hipnóticas, cheias de mistérios
Corujas, grilos, cigarras,
anfíbios com chocalhos nas gargantas,
cantata para a entrada, não solitária, da noite,
onde o entardecer rumina roteiro,
Processa comunicação,
esturros dos cílios da mata.
Cisma grafia de onça, pinta Jaguatirica
Lenta mastigação de sabores,
fartura de suculências,
delícias na digestão de paz campestre.
Caminho matuto, Tatu, Tamanduá,
inescrupulosidade brejeira na estação de Sucuris,
tuiuiús, bagres e olhos d’água.
Verdejante felicidade borboleteia
no profundo estômago da menina dos olhos.
Vanda Ferreira
Garças brancas revoam silêncio azul.
Enormes dentes jacarezenses tomam vento;
Rimados versos da natureza fervilham na fingidez fluvial;
Árvores entoam úmidas canções,
aves trinam em alegria sustenida para perpetuar
praia-de-bichos,
passeio de murmurinhos,
espetacular balé da mata.
Rastejam poemas,
seivadas serpentes,
encorpadas enxurradas tingidas de por-de-sol
tatuagens na liberdade nua da terra,
mapeaiam dançante capinzal de pés de luxo.
Ecos matutos, ecologicamente corretos,
Protegem segredos.
Seco-mar encharcado de poder.
Roncos de bugios rasgam os perigos noturnos
das aloiradas madrugadas do Pantanal,
esconderijo do útero da terra.
Lambeção milagrosa refaz sucumbida morte,
valente desejo de semente processa desfolhamento
para nutrir embriões fecundados ao som de poéticos uivos Guarás.
Sábia natureza
Redondamente enquadra inverno, primavera, verão e outono,
Aliança nuvens carregadas de mensagens.
Vida beijada por beija-flores,
perfuma versos,
tinge de verde-esperança,
rima coração e canção,
passarinho e ninho;
alegria, cantoria, folia, formação de família.
Celestialidade poesia, seja noite, seja dia.
Luas hipnóticas, cheias de mistérios
Corujas, grilos, cigarras,
anfíbios com chocalhos nas gargantas,
cantata para a entrada, não solitária, da noite,
onde o entardecer rumina roteiro,
Processa comunicação,
esturros dos cílios da mata.
Cisma grafia de onça, pinta Jaguatirica
Lenta mastigação de sabores,
fartura de suculências,
delícias na digestão de paz campestre.
Caminho matuto, Tatu, Tamanduá,
inescrupulosidade brejeira na estação de Sucuris,
tuiuiús, bagres e olhos d’água.
Verdejante felicidade borboleteia
no profundo estômago da menina dos olhos.
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12ª edição Festival de Inverno II
Querido amigo leitor,
venho trazer mais fotos do Festival e dizer que conforme prometi logo estarei divulgando o texto sobre meu protesto "FOGOS".
a 12ª edição do Festival de Inverno de Bonito/MS, trouxe-me muita alegria. Meu trabalho foi bastante prestigiado e recebi visitas especiais, estabeleci parcerias, ganhei novos leitores e amigos. Volto pra casa com profunda gratidão por esta oportunidade profissinal, social e ecológica.
No lançamento da obra CANTARES, de Delasnieve Daspet. Valter, o editor da obra, Delasnieve e eu.
Sem dúvida somos, eu e Delasnieve, uma dupla de bugras.
venho trazer mais fotos do Festival e dizer que conforme prometi logo estarei divulgando o texto sobre meu protesto "FOGOS".
a 12ª edição do Festival de Inverno de Bonito/MS, trouxe-me muita alegria. Meu trabalho foi bastante prestigiado e recebi visitas especiais, estabeleci parcerias, ganhei novos leitores e amigos. Volto pra casa com profunda gratidão por esta oportunidade profissinal, social e ecológica.
Maravilha de oportunidade cultural, presença de artistas do Ceará
me remeteu à infância ao vivo revi o trabalho de criação de renda de bilro.
Encantada com a arte de Guto Naveira, filho da amiga escritora Raquel Naveira.
Momento de especial emoção, presença do Professor Ramão Medina, de Aquidauana,
leitor de quase todos os livros que publiquei.
Delasnieve, eu e Robson.
Estive no evento de lançamento da obra Cantares, de autoria da amiga Delasnieve Daspet.
O evento foi na Casa do João, um espaço super bacana.
NO SÁBADO DIA 30, HOUVE O LANÇAMENTO DE CINCO OBRAS LITERÁRIAS NO ESTANDE DO FESC
Dr Venâncio, Rubenio Marcelo e eu.
No lançamento da obra CANTARES, de Delasnieve Daspet. Valter, o editor da obra, Delasnieve e eu.
Sem dúvida somos, eu e Delasnieve, uma dupla de bugras.
Eliana, Secretária Geral da Academia Evangélica de Letras de Mato Grosso do Sul, e eu.
Eliana, Dr Venâncio e eu.
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
12ª Edição Festival de Inverno
Olá amigos leitores, seguidores deste blog.
Estou em Bonito participando da 12ª edição do Festival de Inverno. Ontem foi a abertura, com solenidade oficial e fala do senhor governador de Mato Grosso do Sul.
Aqui está tudo lindo, a decoração é bem bacana e o Pavilhão das artes com generosa mostra de artesanato e artes manuais.
Até sábado estarei autografando meus livros Passagens e O testamento no estande do Forum de Cultura de Mato Grosso do Sul - FESCMS, no Pavilhão das Artes.
Quero deixar registrado ação de Delasnieve Daspet, que muito me emociona e maravilha. Delasnieve Daspet é autora do projeto Arvore dos Poemas e inaugurou seu projeto ontem na Praça da Liberdade. Foi um show, um espetáculo. Houve a presença em massa da sociedade em geral, crianças, jovens, adultos e idosos.
Meu equipamento fotográfico apresentou defeito, portanto perdoem a qualidade das imagens postadas hoje.
Até logo!!!
Estou em Bonito participando da 12ª edição do Festival de Inverno. Ontem foi a abertura, com solenidade oficial e fala do senhor governador de Mato Grosso do Sul.
Aqui está tudo lindo, a decoração é bem bacana e o Pavilhão das artes com generosa mostra de artesanato e artes manuais.
Até sábado estarei autografando meus livros Passagens e O testamento no estande do Forum de Cultura de Mato Grosso do Sul - FESCMS, no Pavilhão das Artes.
Quero deixar registrado ação de Delasnieve Daspet, que muito me emociona e maravilha. Delasnieve Daspet é autora do projeto Arvore dos Poemas e inaugurou seu projeto ontem na Praça da Liberdade. Foi um show, um espetáculo. Houve a presença em massa da sociedade em geral, crianças, jovens, adultos e idosos.
Meu equipamento fotográfico apresentou defeito, portanto perdoem a qualidade das imagens postadas hoje.
Até logo!!!
NOTA ESPECIAL
Convido para acessarem este link
Certamente que após a leitura deste link ou outros similares, vocês poderão interpretar minha indignação e protesto contra a utilização de fogos de artifício.
Meus queridos e minhas queridas, fogos provocam diversos danos à natureza, sabemos disso. Assistimos como se fossem espetaculares rituais de terror onde o homem sente o prazer por provocar dor aos demais seres. Como podemos nos denominar? MASOQUISTAS.
Voltarei a falar sobre o homem destruidor em nova postagem, em breve.
Fiquem comigo.
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
Noite de autógrafos
Ontem, dia 13, realizamos mais uma Noite de autógrafos da obra Passagens - história de vida, meu nono livro.
O evento fez parte da programação da 714ª Edição do Sarau do Zé Geral. O sarau foi especialmente prestigiado por artistas de todos os segmentos da arte, amigos e sociedade em geral, totalizando mais de cem pessoas presentes.
Peço desculpas por não ter registrado mais imagens.
O evento fez parte da programação da 714ª Edição do Sarau do Zé Geral. O sarau foi especialmente prestigiado por artistas de todos os segmentos da arte, amigos e sociedade em geral, totalizando mais de cem pessoas presentes.
Peço desculpas por não ter registrado mais imagens.
Breno Moroni participou da PANTALHACHO e chegou vestido de palhaço, Ana Cabral e eu que tambem estava chegando da passeata do Pantalhaço.
Tereza, minha amiga leitora.
Neide minha amiga leitora.
Dezenas de outras pessoas prestigiaram a noite de autógrafos, adquirindo livro.
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
Festival de Inverno de Bonito 2011
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Noite de autógrafos no Sarau do Zé Geral
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